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FILE SÃO LUÍS 2017

A exposição é composta por 35 obras de realidade virtual assinadas por artistas brasileiros e estrangeiros, representando um recorte do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica.

A exposição “File São Luís 2017” fica em cartaz até o dia 4 e junho de 2017, sempre de terça-feira a domingo, das 10h às 19h, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), que funciona no prédio do antigo Liceu Maranhense (Rua Direita, 149, esquina com a Rua do Giz).

Visita a exposição: Durante a visita será possível conferir instalações interativas e não interativas. Parte delas faz uso de óculos 3D, como é o caso da obra The Night Cafe (Café Noturno), do artista Mac Cauley. Ela permite que as pessoas possam contemplar as pinturas de Van Gogh e até mesmo modificá-las.

Outras instalações não necessitam da tecnologia 3D. No jogo Journey (Jornada), da That Game Company, os visitantes percorrerão uma jornada em meio a dunas e ruínas antigas com o objetivo de chegar ao topo de uma montanha. A exposição “File São Luís 2017” contempla ainda games e animações.

Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM): Além de abrigar exposições do circuito nacional e internacional, o Centro Cultural Vale Maranhão funcionará também como um espaço versátil e qualificado para que artistas maranhenses possam expor seus trabalhos.

O Centro Cultural Vale Maranhão é composto pelos seguintes espaços: Sala de Exposição São Luís, Sala de Exposição Mearim, Galeria Tucum, Galeria Buriti, Auditório Itapecuru, Pátio Maranhão, Bumba Café e três salas multiuso (Babaçu, Juçara, Carnaúba). São nomes representativos de paisagens do Maranhão, formadas por rios e palmeiras.

A Fundação Vale é responsável pela gestão do Centro Cultural Vale Maranhão, instalado em São Luís (MA), além do Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES) e Casa de Cultura de Canaã dos Carajás (PA).

Restauro do prédio que abriga o CCVM: O prédio do antigo Liceu Maranhense, localizado à Rua do Giz, no Centro Histórico de São Luís, em área tombada pelo Iphan, foi restaurado entre 2011 e 2012, tendo a Vale como patrocinadora.

Além de ter abrigado o educandário, por onde passaram personalidades como o escritor e poeta Ferreira Gullar, o casarão foi sede da Empresa Maranhense de Pesquisas Agropecuárias e estava sem utilização há mais de três décadas. A construção ocupa uma área de 1.800 m2 e fica na esquina da Rua do Giz com a Rua Direita, em perímetro urbano tombado como Patrimônio Cultural pela Unesco.