FILE 2026 – INTER-CRIATIVIDADE – Arte e Tecnologia

FILE 2026

INTER-CRIATIVIDADE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Palestra | 19 de agosto, 18h30

Abertura | 19 de agosto, 19h

Visitação | 20 de agosto a 11 de outubro
Terça a Domingo, 10h – 20h

Entrada Gratuita

Centro Cultural FIESP
Av. Paulista, 1313, São Paulo
Em frente à estação Trianon-MASP

A INTER-CRIATIVIDADE

Texto Curatorial

 

Nem tudo pode ser calculado.
Vivemos em um mundo cada vez mais mediado por sistemas capazes de aprender, prever, simular e gerar. Ainda assim, algo permanece irredutível ao cálculo. Há pensamentos que surgem antes da linguagem e antecedem a explicação, intuições que escapam à demonstração e encontros que produzem o inesperado.

A INTER-CRIATIVIDADE é um espaço onde humano e máquina deixam de ocupar posições opostas para constituir novas formas de coexistência e descoberta.

As obras reunidas nesta edição exploram produções distribuídas entre corpos, códigos, redes, organismos, ambientes e imaginários. Nelas, a tecnologia não aparece apenas como ferramenta ou extensão do humano, mas como participante ativa de processos criativos, perceptivos e relacionais. A inteligência humana e a inteligência artificial emergem como um fenômeno compartilhado, em constante negociação entre diferentes agentes, materiais e formas de arte.

Algumas obras da exposição investigam sistemas generativos e virtuais, comportamentos emergentes e formas de organização que nascem da interação entre regras simples e resultados imprevisíveis.

Outras exploram memória, percepção, ecologia, afeto e experiência sensorial, revelando modos de conhecimento que ultrapassam a lógica instrumental da tecnologia. Mais do que buscar respostas, esta exposição convida o público a habitar a incerteza. A reconhecer, no interior dos sistemas mais complexos, aquilo que permanece em aberto, indeterminado e vivo.

Equipe Curatorial
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE

Ricardo Barreto — Cofundador

Paula Perissinotto — Cofundadora

Clarissa Vidotto — Cocuradora

Victor Sardenberg — Cocurador

 

 

 

PALESTRA DE ABERTURA | 19 de agosto, 18h30

O reconhecido matemático e cientista da computação Gregory Chaitin, juntamente com a epistemóloga Virginia Chaitin, ministram a palestra de abertura do FILE 2026 com a conferência Intuição, incomputabilidade e os limites epistemológicos da Inteligência Artificial.
Um encontro de arte, matemática, computação e filosofia da ciência.

Inscrever-se (PT) 

Inscrever-se (EN)

Foyer do Centro Cultural Fiesp
Av. Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
19  de Julho de 2026
Horário: 18h30

 

 

Intuição, incomputabilidade e os limites epistemológicos da Inteligência Artificial

O FILE 2026 abrirá sua programação com uma palestra inédita do matemático argentino-americano Gregory Chaitin, um dos principais pensadores contemporâneos dos limites da computação, da criatividade e do conhecimento.

Conhecido internacionalmente pela descoberta do número Omega, também chamado de Constante de Chaitin , um dos exemplos mais profundos de incomputabilidade e complexidade irredutível na matemática, Chaitin desenvolveu pesquisas fundamentais sobre aleatoriedade, criatividade e os limites do raciocínio algorítmico.

Em diálogo com um dos temas da exposição, a palestra propõe uma reflexão sobre uma das questões mais urgentes do nosso tempo: diante do avanço da inteligência artificial, qual é o lugar da criatividade humana?

Ao invés de compreender a inteligência artificial como substituta da criação humana, Chaitin propõe uma valorização das capacidades que historicamente impulsionaram as grandes transformações culturais, científicas e artísticas: a imaginação, a intuição, a descoberta e a invenção. Em sua abordagem, a criatividade emerge justamente daquilo que não pode ser completamente previsto, calculado ou reduzido a um algoritmo.

Tomando como referência figuras como Euler, Cantor e Ramanujan na matemática; Bach, Villa-Lobos e Shostakovich na música; e Van Gogh, Miró, Portinari e Magritte nas artes visuais, a palestra celebra a potência criativa humana como força capaz de produzir o novo, o inesperado e o ainda não imaginado.

A conversa contará ainda com a participação da epistemóloga Virginia Chaitin,
pesquisadora em filosofia da ciência e metodologias interdisciplinares, cuja trajetória acadêmica tem contribuído para ampliar as discussões sobre criatividade, evolução do conhecimento e diferentes formas de produção de saber.

Mais do que uma reflexão sobre tecnologia, a palestra de abertura do FILE 2026 propõe uma investigação sobre aquilo que permanece essencialmente humano em uma era cada vez mais marcada pela presença de máquinas inteligentes.

 

 

 

INTER-CRIATIVIDADE

PROGRAMA

 

Instalação

Frederik Duerinck – Algorithmic Perfumery by EveryHuman – Netherlands

Algorithmic Perfumery nasceu de uma pergunta simples: e se cada pessoa pudesse criar sua própria fragrância? Concebida como um objeto de curiosidade, a instalação convida o público a entrar em um diálogo consigo mesmo. Por meio da interação com uma inteligência artificial, os visitantes exploram memória, imaginação, preferências e identidade, criando uma fragrância única ao longo do processo. O olfato é um dos nossos sentidos mais profundos. Ele molda emoções, evoca memórias e nos influencia muito antes de tomarmos consciência disso. Ao combinar tecnologia e perfumaria, Algorithmic Perfumery cria um espaço de curiosidade, reflexão e autodescoberta.

com o apoio de Natura

 

Hanna Haaslahti – Ancestors – Finlândia 

ANCESTORS é uma experiência imersiva íntima e única na qual você se torna o progenitor de uma genealogia gerada virtualmente. No centro da experiência estão seus descendentes, conectando você e outros visitantes como ancestrais de uma linhagem virtual única e irrepetível.

 

Non-Linear – Transmissions into the void – Índia 

Transmissions into the Void explora a natureza temporal da improvisação e a inevitável degradação da informação, transformando o espaço em uma máquina imersiva de som e luz. Influenciada pela ficção científica e pelos princípios de design modular da engenharia moderna, a sala se torna uma interface dinâmica entre o espectador e a tecnologia. Em última instância, a obra funciona como uma meditação sobre a fragilidade temporal de toda informação e todo dado, sejam biológicos, digitais ou analógicos, e sobre como o tempo os corrói de forma irreversível.

 

Weidi Zhang & Rodger Luo – A Walled City – China / Estados Unidos 

A Walled City é uma instalação interativa de IA que transforma memórias visuais pessoais e coletivas em uma cidade descentralizada. Baseada na lógica espacial, no zoneamento e na estética da histórica Kowloon Walled City (Hong Kong), um enclave autoconstruído e extremamente denso que se desenvolveu em um vazio legal e político entre a década de 1950 e 1993, a obra constrói um sistema de IA multiagente capaz de transformar imagens enviadas pelos participantes em câmaras arquitetônicas, formando uma estrutura viva onde dados, memória e história convergem.

 

Yves Peitzner – BIOVOLT – Alemanha 

BIOVOLT é uma instalação de luz interativa que explora a relação entre interação humana, tecnologia e eletricidade. A estrutura de 10 metros, composta por fitas de LED, responde ao toque e ao movimento, simbolizando a conexão entre a energia humana e a energia elétrica. Os participantes influenciam a instalação luminosa por meio de sensores de movimento, destacando a sinergia entre a intenção humana e a tecnologia.

 

Sophia Bulgakova – INEVITABLY BLUE – Ucrânia 

Instalação interativa que convida o público, um por um, a participar e entrar em uma composição de luz colorida e movimentos levitantes de um balanço. Durante a experiência, o participante passa por uma transformação sensorial, perdendo gradualmente as referências de recepção, percepção e propriocepção, e adentrando um espaço composto apenas por cor, pensamentos próprios, projeções e imaginação.

 

Zach Lieberman – Body Sketches – Estados Unidos

O artista americano Zachary Lieberman explora a poesia do código. Nesta instalação interativa, os movimentos e gestos dos visitantes são transformados em desenhos digitais gerados em tempo real. Cada interação é única e desaparece no mesmo instante em que os espectadores mudam de posição. Dentro da exposição, a obra serve como metáfora de uma marca pessoal no futuro. Cada visitante deixa um rastro que instantaneamente altera o ambiente ao seu redor, tornando-se parte de uma história compartilhada.

 

1024 Architecture & Vitalic – PUPPET – França 

Puppet é uma instalação audiovisual inovadora que combina mecânicas de jogos com composição musical ao vivo. No cruzamento entre videogame e instrumento digital, essa obra interativa convida os visitantes a manipular um personagem semelhante a uma marionete, que funciona como um sintetizador sonoro. Cada movimento ou gesto do boneco aciona um elemento musical correspondente, melodia, ritmo ou efeito, permitindo ao participante compor uma faixa em tempo real.

 

Amir Admoni & Fabito Rychter – Gravidade VR – Brasil 

Gravidade VR se passa em um mundo surreal onde tudo, inclusive o público, está sempre caindo. Nesse universo sem paredes, horizonte ou orientação de cima e baixo, não há lugar para vertigem ou medo. Nesse cenário, conhecemos Osório e Benedito, dois irmãos que viveram a vida inteira nessa queda infinita. Mas, como tudo na vida, essa jornada está prestes a chegar ao fim.

 

Lepša Studio – MiMicrocosmos – República Tcheca 

Instalação interativa inspirada em um mundo que normalmente só conseguimos observar ao microscópio. Trata-se de um jogo físico com um design lúdico e infantil que, ao ser girado, transforma a instalação em uma experiência divertida e intuitiva.

 

Parse/error – FEATHERS – França 

FEATHERS é um encontro delicado entre o humano e o digital, entrando em diálogo com o espectador ao reagir aos movimentos de suas mãos, modulando forma, ritmo e cores. Uma pausa sensorial suave e imersiva, inspirada nos movimentos orgânicos da natureza, como cardumes, dando vida a milhares de formas simples que evoluem em simbiose. A obra questiona o lugar do indivíduo dentro de um todo coletivo, como trajetórias individuais se cruzam, deixam rastros e influenciam umas às outras.

 

Project Aurora – El Macroscopio – Colômbia 

Usando o movimento das suas mãos, manipule uma simulação do universo em tempo real e dissolva as fronteiras entre escalas, de galáxias astronomicamente vastas às menores partículas da vida. Torne-se o compositor da sua própria experiência visual e sonora, criando uma jornada única e inesquecível para você e para aqueles ao seu redor sob o domo.

 

Xenoangel – Soft Waters – França / Inglaterra / Sérvia 

Soft Waters é uma obra interativa em tempo real que utiliza a linguagem acessível dos videogames, combinada a escritos ecofeministas de forma experimental e lúdica. A obra acompanha a história de uma deusa da água em um lago situado na cratera de um vulcão antigo. A narrativa se passa entre o momento em que o vulcão se tornou inativo e a “afterparty” de uma eco-rave solarpunk, em um futuro próximo. O projeto explora o tempo não linear por meio da circulação de corpos aquáticos.

 

 

Realidade Virtual | Aumentada

Fun and Awe – Operator – Emirados Árabes Unidos

OPERATOR é uma ferramenta de produção musical em XR para Apple Vision Pro. Inspirada em design industrial e modelos arquitetônicos, oferece uma experiência interativa intuitiva, cuja mecânica se aproxima da organização de blocos de construção, afastando-se do software de áudio tradicional. O aplicativo utiliza interações espaciais simples e dispensa a tela plana, cada composição existe como uma escultura integrada ao espaço real em XR.

 

Isabell Bullerschen – ipseria – Suíça 

Uma experiência incomum aguarda os espectadores: uma realidade virtual sem conteúdo gerado digitalmente. ipseria e seu ambiente virtual têm origem no mundo físico. Diversos materiais, como argila, massa de modelar e látex foram esculpidos, assim como materiais orgânicos, como líquens e bolores limosos, foram coletados e cultivados. Utilizando scanners 3D, esses elementos esculpidos, coletados e cultivados foram digitalizados, processados no software 3D Houdini e, posteriormente, combinados no software de jogos Unity para criar uma experiência de realidade virtual em 360°. Assim, os mundos virtual e físico tornam-se interligados.

 

Lawrence Kudria – To know You by Hand – Bélgica / Ucrânia

To Know You by Hand é uma experiência participativa em VR na qual dois visitantes se encontram apenas por meio de suas mãos e seus batimentos cardíacos. Em um espaço virtual escuro, a identidade se dissolve — sem nomes, sem rostos, apenas movimento. Esse encontro silencioso explora a intimidade e a confiança para além da língua. Estranhos descobrem seu próprio ritmo por meio do gesto, da incerteza e do toque, enquanto o anonimato se torna uma condição para a conexão, e não uma barreira.

com apoio de Flanders State of The Art e Sensorium Studio.Lab

 

Jiabao Li & Botao Amber Hu – EchoVision – China

Como é ser um morcego? EchoVision é uma experiência em realidade mista que simula a ecolocalização, imergindo participantes no universo perceptivo desses animais. Exibida em um habitat natural, mostra o potencial da realidade mista para gerar empatia por espécies não humanas. A obra explora uma abordagem ecofenomenológica, abrindo caminhos para educação ecológica e perspectivas mais-que-humanas por meio da experiência corporal.

 

Games

Game Bakers – Cairn – França 

Alcance um cume inexplorado neste jogo de escalada e sobrevivência dos criadores de Furi and Haven. Planeje sua via e escale onde quiser, gerenciando pitões e recursos para sobreviver ao implacável Monte Kami. Descubra o que Aava está disposta a sacrificar para concluir a maior ascensão de sua vida.

 

Kepler Interactive – Bionic Bay – Reino Unido 

Um cientista utiliza um instrumento único de teletransporte para escapar de um antigo mundo biomecânico repleto de tecnologia imaginativa, armadilhas mortais e segredos ocultos.

 

Studio Lifeforms – Planet Garden – Estados Unidos 

Planet Garden é um mundo interativo em tempo real que explora a convergência entre inteligência artificial, ecologia e imaginação planetária. O projeto convida os visitantes a mergulharem em um ambiente especulativo no qual a tecnologia se torna um meio para perceber, cuidar e repensar a Terra como um sistema vivo.

 

Arquitetura Discreta

Arnhildur Pálmadóttir & Arnar Skarphéðinsson (s. ap architects) – Lavaforming – Islândia

Mikaela Psarra, Eleni Chalkiadaki, Jingwen He – Abundance – Reino Unido

Zoey Tan, Claudia Tanskanen, Qianyi Li, Xiaolin Yin – INT – Reino Unido

David Dória, Keshav Ramaswami, Kiko Zhang – Public Parts – Brasil e Reino Unido

Mengyu Huang, Dafni Katrakalidi, Martha Masli, Nguyễn Xuân Mẫn, Wenji Wang- PizzaBot – Reino Unido

Samim Mehdizadeh & Oliver Tessmann – Animate Concrete – Irã e Alemanha

 

Dimensão Randômica

Anna Carreras – Arrels #64 – Espanha 

Ayumu Nagamatsu – ACW SunaoSystem – Japão 

Brandon Eversole – Strange Projectors #448 Dreaming – Estados Unidos 

Casey Reas – MicroImage – Estados Unidos 

Casey Reas – Still Life – Estados Unidos 

Che-Yu Wu – 240507: Reality Lens – Taiwan

Chris Barber – Confetti – Estados Unidos 

Damien Looney – Columbina – Reino Unido 

Damien Looney – Discrete Cosine Transform – Reino Unido 

Damien Looney – PX-2000 – Reino Unido 

Damien Looney – Troposphere – Reino Unido 

David Young – Q(a,v,7,m,m2,d4a-21,7,16,13,31,55) – Estados Unidos

Driessens & Verstappen – E-volved Formula #23 – Holanda

Kaoru Tanaka – Reborn – Japão

Karl Sims – Primordial Dance – Estados Unidos

Karl Sims – Seven Experiments in Procedural Animation – Estados Unidos 

Kazuhiro Tanimoto – Sea of Code – Japão

mole^3 – Atomic-Color Automatism – Japão 

mole^3 – Changes, Cycles, and Emergent Shapes – Japão 

mole^3 – Reincarnation – Japão 

Raven Kwok – Zero One – China 

Scott Draves – The Electric Sheep Blue Universe  – Estados Unidos

Scott Draves – The Electric Sheep Red Universe – Estados Unidos 

Seohyo – Tidal Tessellation – Coreia do Sul

Yoshi Sodeoka – Spike – Japão / Estados Unidos

 

Animação

Affar Oppip – Paisagem Mental – Brasil / Itália 

Aline Figueiredo, Beatriz Cruz & Milton Felipe – Lazúli – Brasil / Canadá 

Axol – Soulmate – China

Brad Necyk & Jason Silva – The Psychedelic Puppet Show – Canadá  

Gustaf Holtenäs – Soulbreaker – Suécia 

Helena Nikonole – Speculative Species Evolution – Alemanha 

Herinarivo Rakotomanana – More Tears Than Harm – Madagascar / França 

LAYERS – OMA NONNA – Brasil 

Michael Betancourt – Zersetzung – Estados Unidos 

Milton Montenegro – Hallucination – Brasil 

Pedro Pisco – A Herança – Brasil / Portugal 

Peter Burr – DESCENT – Estados Unidos

Primo Filmes – The Alignment Problem – Brasil 

Raoni Assis  – Alguma Coisa com Plutônio – Brasil

Rikardo Druskic & Saša Peševski – BLU – Long Night Of The Soul – Bósnia e Herzegovina 

Robbie McFadzean & Glen Johnston – Koji – Reino Unido

S4RA – lil~mér~maid~~ ~ – Portugal

Sandrine Deumier – DEEP-SKIN – à fleur de peau – França

Vanessa Gonçalves de Almeida Rosa – Little Martians: Dear Human, My Muse – Brasil

 

CINEFILE

Andrés Brisson – The Flavour of Kiebebe – Argentina 

John Butler – The Magic Robot – Inglaterra 

Mark Amerika, Chad Mossholder & Will Luers – Dream Factory – Estados Unidos 

Natalie Maximova – Awaiting Oblivion – Inglaterra

Marcello Mercado – The Hypergaussian Wars – Alemanha / Argentina

Andres Isaza Giraldo – last_movie_on_earth_run_01 – Portugal / Colômbia 

Christopher Knowlton – Deus Ex Machina Doctrina: The Ai Dances – Estados Unidos 

Jacek Doroszenko – Landscape Video Score. Fjord – Polônia 

Jaspreet Singh – Aethrimus – Índia 

Katarina Hughes – Golden Record Received – Estados Unidos 

Mirage Bureau & Rene Cardillo – Shifting – Brasil 

Pedro Bayeux – Warped Memories – Brasil 

Stefano Bertelli – Memories from Spacetime – Itália 

Tianyun Yu – Project: Salvation – Reino Unido 

Zheyan Li – A Bedtime Story for the End – China 

Zheyan Li – Her Message from the Fridge – China

 

Videoarte

Abinadi Meza – Polychora – Estados Unidos / México 

Alan Bogana – Restless Glows – Suíça | Switzerland

Alessandra Arno’ – Selfportrait+Computational Object 1 – Itália 

Alvaro Collar – Rorschach’s Garden – China / Espanha

Beihua Guo – Beihua Shoots the Bomb – China

Ceci Prandini – Critically | Almost Disappeared | Disappeared – Argentina / Espanha 

Chang Gi Lee – Artificial Emotion – Coreia do Sul

Chang Gi Lee – Impermanence – Coreia do Sul 

Cho Juyoun – Unfaded – Coreia do Sul 

David Doull – Lafayette by Morse – Austrália 

Derek Curry & Jennifer Gradecki – Cabinet of Cognition – Estados Unidos

Dudu Okun – Todo Caos se Transforma – Brasil 

Fran Orallo – bird glitch – Espanha / Reino Unido 

Fran Orallo – digital scenery #01 – Espanha / Reino Unido

Franziska Ostermann – Teenage Machines (wire me softly) – Alemanha

Galina Bleikh – The Sleep of Reason Produces Monsters – Rússia 

GEORGE DRIVAS – BIOGRAPHY OF A SOFTWARE – Alemanha 

Gerald Trimmel – GARGANTUA (20250302) – Áustria 

Gerald Trimmel – WAYWARD APPROXIMATIONS (20250518) – Áustria 

Guli Silberstein – MATERIALIVE – Reino Unido | United Kingdom

Hiroya Sakurai – The Stream XIV – Japão

Jean-Michel Rolland – Amours perdues : la culpabilité – França 

Kenji Kojima – After / Binary Interpretation: After Paul Gauguin, After Vincent van Gogh in Arles – Japão / Estados Unidos 

Lilia Chak – Copy. Repeat. Disappear.- Israel / Rússia

MARTA DI FRANCESCO – TIRESIAS – Itália / Reino Unido 

Max Wolf – Precarity – Estados Unidos

Michael Lyons – Circles and Squares – Japão 

Mikey Peterson – Terra’s Tomb – Estados Unidos

Mirtha Bermegui – Coreografía – Argentina

Moonth – Perception Vortex – Rússia 

Muriel Montini – Young man with a leather jacket – França 

Narges Astaraki – Drop to sea – Irã

Nivaldo Godoy Jr. – POIESIS I-III – Brasil 

Roberto Musanti – Shadowless – Itália 

Ryan S. Jeffery – An Engineer / Not a Camera – Estados Unidos 

Sebastián Arriagada – Flujos Rectificados / Rectified Flow – Chile 

Tassio Caetano – Linha Tênue – Brasil 

Verônica Gesteira e Paul LiBassi – Minimal Spaces – Brasil 

Zack Nguyen – The Space Between Becomes Us – Estados Unidos / Vietnã 

Zen Cohen – Desert ECH0000000 – Estados Unidos 

 

Música

An-Ting Chang & Ian Gallagher – Underwater – Taiwan / Inglaterra

Bromo – CRISPR the pattern of life – Espanha

Simone Bosco  –  REbirth – Itália 

Simone Bosco, Oliviero Reviglio, Marta Cellini & Riccardo Ruggeri – LUMINE – Itália 

Alfonso Pretelt – LUX OSCILLANS – Colômbia 

Bowen Wu – Mixobloodify – Inglaterra 

Entropy – Moritz Simon Geist – Alemanha 

Matthew Biederman & Pierce Warnecke – Phytomorphic Topologies – Canadá / Estados Unidos / França  

NTSCconcept – Resonancias – Argentina 

Richard McCormick – GeoSonic – Reino Unido 

Timothy Weaver & Xavier Barriga-Abril – contrapunto Enteógeno – Equador / Estados Unidos 

Vahid Qaderi & Razieh Kooshki – Compress Road – Áustria 

Zhipeng Wang – Singularity – China 

 

Led Show

Alex Pachón – Corpo Expandido – Espanha

Anabela Costa – Burning – França 

Barry Whittaker – Climate Control – Estados Unidos 

BASICODE – Histerese – Brasil  

CLAUDE – Protoform – Coreia do Sul 

Daniel Samama – Dusk – Países Baixos 

Daniel Samama – Jairo’s Garden – Países Baixos / Holanda 

David Ricardo Romero Alvis – Danza de piedras y caminos – Colômbia 

DOISDOIS. – O Intervalo – Brasil 

Elina Zazulia – Subdermal Drift – Colômbia / Rússia 

Eylul Alıcı – Black Hole – Turquia  

Fluks Studio – Fluks Haus – Espanha 

Grupo Labirintus – Micélio – Brasil 

Nueve Voltios – Farol Infinito – Colômbia 

Patricia Borges – Technopoetics – Brasil 

Patricio Ballesteros Ledesma – TR3S – Argentina 

Rita Reis – Naturgemälde V.2 – Portugal 

SEOHYO – Tidal Tessellation – Coreia do Sul 

Parceria

Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) – Feito à Mão – Brasil

 

FILE WORKSHOPS 2026 | 20, 21 e 22 de agosto

De 20 a 22 de agosto, o FILE promove três dias de workshops gratuitos voltados a artistas, estudantes, pesquisadores, designers, programadores e ao público interessado em explorar as linguagens contemporâneas da arte e da tecnologia.

A programação reúne artistas e especialistas do Brasil e do exterior em oficinas práticas e encontros dedicados à inteligência artificial, creative coding, realidade aumentada, live coding, audiovisual com IA, circuitos eletrônicos, memória digital e conhecimento livre.

Mais do que aprender novas ferramentas, os participantes são convidados a experimentar processos criativos, desenvolver projetos e refletir sobre os impactos das tecnologias emergentes na cultura contemporânea.

Inscreva-se!

 

Workshops

Nivaldo Pereira Godoy – Oficina de IA – São Paulo em Códigos – Brasil | Brazil

Henrique Sambi – Designing a Library of Affective Touches – Brasil | Brazil

Clarissa Ribeiro – TT Tiananmen-Tehran: Technoetics, Generative AI, and AR for Examining Infrastructures of Control – Portugal | Brasil / Brazil

Gil Fuser & Marti Pereira Martin – Livecoding: música e código em tempo real – Brasil | Brazil

Wikimedia Brasil – Construindo Conhecimento Livre: Wikimedia, Arquivos Digitais e Memória da Arte Tecnológica – Brasil | Brazil

Daniel Corbani – Creative Coding e Visuais Interativos – Brasil | Brazil

Gabriela Tropia – Corpo-Câmera-IA: um workshop de obras audiovisuais com inteligência artifical para artistas interdisciplinares – Brasil / Reino Unido | Brazil / United Kingdom

Grupo de Pesquisa e Extensão Realidades – Chaveirinho LED: Introdução a Circuitos Eletrônicos – Brasil | Brazil

Grupo de Pesquisa e Extensão Realidades – Imagem como Sistema: uma experiência com Vibe Coding – Brasil | Brazil

 

ENTRADA GRATUITA

Centro Cultural FIESP
Av. Paulista, 1313, São Paulo
Em frente à estação Trianon-MASP

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